segunda-feira, julho 11, 2005

Correntes no Judaismo


Existem três grandes correntes no Judaísmo: Ortodoxo, Conservador e Reformista, cada um com as suas crenças.

Judaismo Reformista
Na América, mais de um terço de crentes aderiu ao movimento reformista, que no começo era excessicamente radical, desprezando a tradição rabínica e definindo-se segundo os seguintes principios:

  • somente as leis morais da Torah possuem um valor obrigatório para os judeus;
  • as leis relativas à pureza física têm que adaptar-se ao mundo moderno;
  • ser judeu é pertencer a uma comunidade religiosa e não a um povo;
  • se se tem que conservar a ideia da imortalidade da alma, tem-se que desprezar a da ressureição dos mortos.


Judaismo Conservador
Como o Reformismo, este movimento surgiu na Alemanha, no século XIX, antes de propagar-se para a América. Este movimento surgiu como uma dupla reacção contra a reforma, por um lado e contra a ortodoxia, por outro. Caracteriza-se hoje pela preservação da tradição e de sua observância adequadas ao mundo actual. Alguns aspectos incluem: a permissão para deslocamento em automóveis em shabbat com a intenção de participar nos serviços religiosos, abrandar as leis de Kashrut para que não tenham um efeito segregacionista, reconhecer o direito de mulheres na contagem de minian (quorum religioso) e aceitar mulheres para o programa de ordenação rabínica.


Judaísmo Ortodoxo
Corrente que se caracteriza pela observação rigorosa dos costumes e rituais em sua forma mais tradicional, segundo as regras estabelecidas pelas leis escritas e na forma oral. É a mais radical das vertentes judaicas.

12 Comments:

At 12/03/2006 5:32 da tarde, Anonymous Anónimo said...

São Paulo 02 de dezembro de 2006.

Entrevista com Rabino Mordechai More


P:Rabino mordechai o senhor e rabino de qual yeshiva?
R:Mordechai eu não sou rabino de yeshiva nunca disse que era
Sou rabino levantado pela comunidade que pertenço

Qual e a sua comunidade?
R: Beith Israel na zona leste de São Paulo, Capital.

P : Rabino muitos já me falarão do seu trabalho social na zona leste como é este trabalho?
R: Nosso trabalho é com crianças carentes, reeducando e prevenindo o uso de drogas, nos tínhamos uma casa de apoio, mais devido o alto custo de manutenção ,sem a ajuda de terceiros,nem do governo mudamos de estratégia , eu sustentava a casa só e com muita pouca ajuda externa .

Porque a comunidade Judaica não ajudou ?
R : Está e uma questão polemica sinto que é ,porque muitos não nos conhece e não nos reconhecem como judeu .
Uma vez que somos Anussím ,ou seja os forçados a se converter ao catolicismo como se isto fosse nossa escolha,muito de nos Anussím passarão por varias religiões antes de chegar ao Judaísmo .

 
At 12/03/2006 5:32 da tarde, Anonymous Anónimo said...

São Paulo 02 de dezembro de 2006.

Entrevista com Rabino Mordechai More


P:Rabino mordechai o senhor e rabino de qual yeshiva?
R:Mordechai eu não sou rabino de yeshiva nunca disse que era
Sou rabino levantado pela comunidade que pertenço

Qual e a sua comunidade?
R: Beith Israel na zona leste de São Paulo, Capital.

P : Rabino muitos já me falarão do seu trabalho social na zona leste como é este trabalho?
R: Nosso trabalho é com crianças carentes, reeducando e prevenindo o uso de drogas, nos tínhamos uma casa de apoio, mais devido o alto custo de manutenção ,sem a ajuda de terceiros,nem do governo mudamos de estratégia , eu sustentava a casa só e com muita pouca ajuda externa .

Porque a comunidade Judaica não ajudou ?
R : Está e uma questão polemica sinto que é ,porque muitos não nos conhece e não nos reconhecem como judeu .
Uma vez que somos Anussím ,ou seja os forçados a se converter ao catolicismo como se isto fosse nossa escolha,muito de nos Anussím passarão por varias religiões antes de chegar ao Judaísmo .

 
At 12/31/2006 6:59 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Somos FISBA e uma instituição madura e muito bem organizada.
. Se a sua congregação lhe
Nomeou rabino da mesma, legalmente não há o que temer. Você não precisa do
Reconhecimento da comunidade judaica oficial para a sua causa. A causa
Anussin só terá sucesso quando seus rabinos forem constituídos e suas
Congregações fortalecidas. Somente quando os B’ney Anussin estiverem
Fazendo um trabalho de impacto historio é que haverá reconhecimento. Caso
Precise de algum conselho (quanto as implicações legais) ou orientações
Para o desenvolvimento de seu trabalho, coloco-me disposto a ajudar-lhe
Dentro do possível.
Lembre-se: você não pode dizer que representa a comunidade judaica
Oficial, mas pode perfeitamente se apresentar como rabino de sua.
Congregação. Não recue!
Acho muito importante que os movimentos INDEPENDENTES possam se unir.

Um grande abraço

 
At 12/31/2006 7:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Somos FISBA e uma instituição madura e muito bem organizada.
. Se a sua congregação lhe
Nomeou rabino da mesma, legalmente não há o que temer. Você não precisa do
Reconhecimento da comunidade judaica oficial para a sua causa. A causa
Anussin só terá sucesso quando seus rabinos forem constituídos e suas
Congregações fortalecidas. Somente quando os B’ney Anussin estiverem
Fazendo um trabalho de impacto historio é que haverá reconhecimento. Caso
Precise de algum conselho (quanto as implicações legais) ou orientações
Para o desenvolvimento de seu trabalho, coloco-me disposto a ajudar-lhe
Dentro do possível.
Lembre-se: você não pode dizer que representa a comunidade judaica
Oficial, mas pode perfeitamente se apresentar como rabino de sua.
Congregação. Não recue!
Acho muito importante que os movimentos INDEPENDENTES possam se unir.

Um grande abraço

 
At 2/04/2007 11:25 da tarde, Anonymous Marcio Nunes said...

Referencias da presença da família Fidélis Moreira no litoral norte de são Paulo
Jornal noticia do litoral norte.
Litoral Norte -. A primeira
Demolição foi realizada na Rua Braz Fidélis Moreira

, ...

 
At 2/09/2007 7:59 da tarde, Anonymous Anónimo said...

A fisba existe, e só porque agora estamos sofrendo tantos a taques , será que e porque
Estamos crendo?
A quem estamos, incomodado, somos falsos, porque estamos incomodando, se ninguém consegue enganar muito tempo ,alguém esta ganhando , alguma coisa com isso , ou esta nos fazendo perder alguma coisa ...
Sou associado da fisba a alguns anos e não me arrependo os rabinos nos orientam
E graças a fisba, estou crescendo em conhecimento.

Temos nossas sinagogas e somos aceitos sem descriminação, temos palestras que nos darão suporte psicológico, e religioso.
Em nossas sinagogas, não a síndrome de rejeitados, não procuramos agradar ninguém.
Só hashem

 
At 4/13/2007 11:01 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Pergunta – O Sr. é autorizado por quem?

Rav: Mordechai- Sou autorizado pelo meu conhecimento e pela pratica sou formado em Teologia,e filosofia. Sou autorizado pela minha comunidade que é testemunha de minha conduta, caráter como eu já disse : se, o rabino (mestre) conseguir elevar seus discípulos em conhecimento do Supremo (D-us) e da Torá ajudando como um lampião ele é um bom rabino.
Os verdadeiros judeus não precisam de reconhecimento alheio, a sua comunidade.
Os que não são judeus é que querem ser reconhecidos, em contra partida também não sabem reconhecer, pois vivem a margem da comunidade e só tem informação de quem vive as margens também.
Se realmente fossem judeus ,conheceriam a hálacha sob Lashon hará ,e quando fazem isso suas almas correm perigo, pois podem perder o (mundo vindouro).


Pergunta – O judaísmo e a verdadeira religião?

Rav mordechai - A verdadeira religião, assim como a verdadeira medicina ou verdadeira ciência , tem de ser algo autorizado.
A religião tem de ser autorizada pelo Senhor Supremo o dono de todas as coisas.
Devarim(DT) 8:1, 2
1 TODOS os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para os cumprir; para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR jurou a vossos pais.
2 E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não.

Rav Mordechai - Quando uma coisa e autorizada, o resultado é efetivo.
Quando praticamos a verdadeira religião, o resultado e positivo.
Segundo resultado é que perdemos todo prazer mundano.
Devido a um envolvimento com o prazer espiritual.
O segundo resultado surgimento do conhecimento construtivo de uma vida com D-us, um bom judeu, com intimidade com o Eterno pode dar descrições detalhada a respeito de D-us , do mundo Espiritual , nos seres vivos e nossas ações destrutivas , embora Rabino Moshé ben Maimon disse nos treze princípios : 1- Eu creio com fé completa que o Criador, bendito seja o Seu Nome, Ele só , fez as criaturas e as dirige e Ele só fez , faz e fará todas as obras.
2 - Eu creio com fé completa que o Criador, bendito seja o Seu Nome, Ele é o Único e não há Unicidade como a Dele , de nenhuma maneira .E só Ele é nosso Deus ;Ele existiu , existe e existirá para sempre.

3 - Eu creio com fé completa que o Criador, bendito seja o Seu nome não é corpo e não se pode assemelhar à matéria. E Ele não tem nenhuma comparação com qualquer coisa .

4 - Eu creio com fé completa que o Criador, bendito seja o Seu Nome, Ele é o primeiro e o último, sem fim.

Pergunta –Qual é a diferença entre a ciência e religião?

Mordechai- O propósito da ciência é procurar a verdade , e a verdade e uma substância da qual tudo provem.
Ela é única em hebraico (Emet) no singular nunca no plural porque não existem verdades, sim a verdade (personificada é o Eterno) existem verdades aparentes que não passam de ilusão pela contaminação de vida em busca da espiritualidade.
Quando descumprimos esta fonte de tudo e sua existência podemos nos declarar cientistas, pois o espiritual nos torna mais real, nos faz submergir no mundo espiritual , nos revelando nossa verdadeira identidade. E se ignorarmos esta verdade, decaímos à estatus de simples animal sofisticados em busca de prazer egoísta mundano e imoral .

Pergunta-O que é um Rabino?

Rav Mordechai-O rabino é um Mestre um professor, um porteiro , sua função é entregar o conhecimento . Não é inventar algo novo, algo da moda este não é o propósito . O rabino é um servo rendido ao Criador do universo e seu único desejo e servi-lo e ser porta-voz de seu desejo e de sua Torá. (escrita e oral).
Pergunta - Como podemos ter certeza que este conhecimento é perfeito?

O judaísmo não e uma religião organizada, por homens é organizada por D-us Moshé ben Maimon disse nos treze princípios:
1- Eu creio com fé completa que o Criador, bendito seja o Seu Nome, Ele só , fez as criaturas e as dirige e Ele só fez , faz e fará todas as obras. Ele as dirige (neshama judaica e todas as criaturas) algumas pessoas desconhecem que as varias, correntes do judaísmo, e que por causa da contaminação, dos homens muitas linhas não se reconhecem e nem reconhece os seus lideres.
“E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.” (Jeremias 3 : 15)

 
At 1/18/2008 1:51 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Necessitamos nós, os "anussim", conversão à própria fé ancestral?
Muitos de nós se deparam com esta questão, que leva a vários a desfazer-se de qualquer proximidade com os demais judeus. Muitos são os casos de pessoas que chegaram a retornar a suas respectivas regiões geográficas pela mágoa sofrida por seus irmãos hebreus das grandes metrópoles, no momento determinado em que os buscara tendo em vista uma vida em comum e o retorno ao judaísmo. Há casos de pessoas que chegaram a optar pelo contrair matrimônio com pessoas sobre as quais não há nenhuma sombra de dúvida no que concerne a suas origens, isto é, que nada tem a ver com o povo de Israel, como por exemplo nipônicas ou indígenas. Quando inquiridos por seu proceder, a resposta é taxativa: "Não quero que meus filhos passem pelo que passei eu; portanto, é melhor apagar qualquer possibilidade que possam ser tidos como judeus, ou como de "origem judaica"por seu lado materno. Após haver sido expulso de sinagogas em pleno Iom Kipur, após haver sido rechaçado por líderes comunitários judaicos, e após receber evasivas das pessoas responsáveis pelo "retorno" de um filho de Israel distanciado dos seus contra a própria vontade, sofrendo todo tipo de humilhações, acusado disso e daquilo, achei ser essa, se não a melhor opção, a menos dolorida…" Apesar de sermos rechaçados por homens na terra, o que realmente importa é que saibamos que Deus nos quer de volta, e se alguns nos põem de lado, encontramos também aqueles que nos dão importância e se dispõem a ouvir-nos. Não podemos pensar que todo o mundo é mau, que todos se desfazem dos "anussim", que todos são alheios a seus problemas. Há os que se encontram à parte de nossos problemas e do sofrimento pelo qual passaram nossos antepassados, que vieram de uma realidade bem adversa. Há também os que não somente se importam e querem ajudar, senão relacionam-se à realidade do cripto-judeu com revelada admiração. É algo comum, por exemplo, em Israel. Devemos, contudo, admitir que após séculos de separação de nossos irmãos, necessitamos ter uma "garantia", algo que comprove que realmente somos judeus. Um dirá: "- Que garantia tem os judeus oriundos do leste-europeu de que comprove sua judeidade? O que comprova que pessoas cujo aspecto físico e facial é eslavo ou germânico, quase nada ou nada tem de semita, são realmente hebreus? Por que exatamente nós necessitamos isto?" Não deixamos de admitir que tais questões são realmente plenas de razão, mas o que ocorre é que os judeus não são uma raça, e sim, um povo, conforme explanara claramente o rabino português David de Sola. Portanto, cabe-nos admitir que eles estão dentro do povo por geraçães ininterruptas, e isto basta para sua comprovação. O mesmo não acontece conosco. A partir do momento que entendemos este ponto importante, devemos lembrar que a ansiedade dos "anussim" é especialmente o retorno ao que foi de nós tirado violentamente: a Torá. Portanto, nos prontificamos imediatamente a aceitar tudo o que ela nos prescreve, incluindo todo o processo de retorno. Rabi Iossef Caro, o compilador do Chulĥan 'Arukh - a codificação da Torá que buscava unir a todas as facçães judaicas de sua época em volta de mesmos costumes e leis, sefarditas e achkenazitas, escreve em seu livro "Bet Yossef" que os anussim não devem ser obrigados a passar por um processo de conversão, mas que necessariamente necessitam todos os atos que fazem parte deste processo. Motivo simples: todo judeu que chegara à prática de qualquer forma de idolatria estando convertido (forçadamente ou não) a algum grupo de cunho religioso no qual tais práticas idolátricas sejam comuns (que não é o caso do Islam, por exemplo), necessita passar por uma imersão em miqvá no momento em que se predispõe a observar a Torá e seus mandamentos. Quanto à circuncisão, ou à retirada de uma gotícula de sangue, no caso de ser a pessoa previamente circuncisa, é algo obrigatório a todos, seja judeu que nascera e vivera como tal, seja um converso que optou pelo judaísmo, seja o descendente dos "anussim", a lei nesse caso é igual para todos, com a penas uma diferença: no caso do converso ao judaísmo por livre e espontânea vontade, há uma "berakhá" (bênção) a ser proferida, que não pode de forma nenhuma ser dita sobre os anussim, bem como a bênção prescrita para o convertido à fé judaica no momento de sua imersão na "miqvá", que não pode ser dita pelos anussim. No caso dos anussim essa imersão é símbolo de sua separação e sua purificação de tudo o que é "impureza da idolatria", no caso do converso é uma mudança total de seu ser, tornando-se parte do povo de Israel a partir daquele momento. O "criptojudeu" não deixou de fazer parte, pois nenhum judeu deixa de ser judeu. Rabi Iossef Caro também redigira um documento especial a ser dado aos anussim no momento de seu retorno: "Comprovante do que retorna aos caminhos de seus pais", no qual o nome hebraico do recém-retornado à fé ancestral transcrito "David ben-Yossef", (ou outro nome - pois o nome "David" e o nome "Yossef" são apenas exemplos) - e não "David ben-Abraham-Abinu", como se procede em caso de conversões. Como vê, nem mesmo portando documentaçães que comprovem a origem judaica, pode-se deixar de passar pelo processo. Grandes rabinos de nossa geração estendem suas mãos em prol dos "Anussim", como por exemplo o ex-Rabino-Mór de Israel, Rabi Mordekhay Elyahu, Rabi 'Ovadiah Iosef - o Richon le-Tzion; o atual Grão-Rabino sefardita, Rabi Baqchi-Doron, o rabino Mark Angel, da comunidade hispano- portuguesa, nos EUA, e muitos outros. Grandes figuras acadêmicas também nos tem auxiliado muito, como por exemplo a historiadora doutora Shulamit ha-Levy, residente em Israel e de origem sefaradita ibérica dos que lograram chegar aos países balcânicos por volta do período inquisitorial. Esperamos ser úteis na medida do possível a todo criptojudeu que anela retornar a seu povo!

 
At 3/10/2008 1:55 da tarde, Anonymous Anónimo said...

O Sr. é autorizado por quem?

Rav: Mordechai - Sou autorizado pelo meu conhecimento e pela prática, sou formado em Teologia, e filosofia.
Sou autorizado pela minha comunidade que me ordenou no dia 4 de setembro de 2005, que é testemunha de minha conduta, caráter, como já disse: se o rabino (mestre) conseguir elevar seus discípulos em conhecimento do Supremo (D-us), da Torá e Shulchan Aruch ajudando como um lampião, ele é um bom rabino.
Os verdadeiros judeus não precisam de reconhecimento alheio a sua comunidade.
Os que não são judeus querem ser reconhecidos, em contra partida também não sabem reconhecer, pois vivem a margem da comunidade e só tem informação de quem vive as margens e de rabinos que só pensam em lucros.
Há algum tempo atrás fui atacado por uma dessas pessoas em uma comunidade no yahoo, a qual teve coragem de copiar meu blog com a matéria pela metade para criticar me , e mais que depressa entrei em contato com pessoas que o conhecia, quando freqüentava a mooca e Cib , que fora rejeitado como rabino profissional do estado de Israel, vive em situação dificílima em lugar de conflito.
Se realmente fossem judeus, conheceriam a hálacha sob Lashon hará, e quando fazem isso suas almas correm perigo, pois podem perder o Olam Habá(mundo vindouro). Quando uma pessoa fala “Lashon Hará”, suas palavras maliciosas lhe dão a sensação de superioridade.
E tudo isso acontece, enquanto a pessoa diz a si mesma, que não cometeu nenhum ato errôneo, e que de forma alguma é uma pessoa de mau caráter. Mas esta é a grande ilusão, e este é o grande perigo do Lashon Hará.
Os sábios de Israel declararam que “a língua {a expressão dela} detém o poder da vida e da morte”; ou seja, o Lashon Hará pode destruir vidas, e geralmente o faz. Logo, aquele que se torna instrumento do Lashon Hará quer destruir alguém, quer destruir seu semelhante.
Ironicamente, ninguém sofre mais do que aquele que procura destruir seu semelhante por meio da expressão de suas idéias, uma vez que, ao fazer isso esta pessoa vive sendo guiada pelos seus instintos mais primitivos.
Como pode ser um rabino então?
É por compreender o perigo do Lashon Hará, e os benefícios de se lutar contra esta atitude, que os Sábios de Israel condenavam até mesmo, diálogos aparentemente inofensivos, porém com propósitos outros que não a aquisição da sabedoria; isto porque este ato de ‘jogar conversa fora” poderia levar as pessoas a exteriorizarem sua agressividade interna, e guiados pelos instintos que geralmente ocultam; seriam motivadas a “melhorar o papo” falando mal de alguém.
No passado os sefaradym Também não foram bem aceitos nas comunidades européias, onde buscaram apoio, isto não os fez desistir, mas levou-os a levantar por suas próprias mãos com a ajuda do Altíssimo, é a importante comunidade TALMUD –TORÁ em Amsterdã, a mãe de todas comunidade na América.
A comunidade formou o maior centro de estudo da TORÀ na Europa, uma grande Yeshiva, ( etz Chaim ) e grandes sábios espanos portuguêses se formaram.
O interessante é que nunca li nada de bom e edificante nas comunidades que eles visitam e nem mesmo nas deles, pois mesmo quando estão entre si brigam e se agridem com língua mortífera.
Esta visão é deturpada, porque muitos também sofreram estes mesmos preconceitos que hoje empoem ao judeus anussim.

Do que se valem os maus?

Das prerrogativas de que são Judeus, e justificam que estão defendendo o judaísmo, ou o seu judaísmo como se ele fosse particular, mais pirkê avot diz que todo (o teu povo são justo), mais também nos explica que temos pessoas em nosso meio que embora sejam judeus não agem como judeus.
Nós não podemos julgar a ninguém a não ser quando nos aproximarmos
Para estudá-los e averiguar seu comportamento e atitudes no caso não seja exemplar ( segundo o talmud ).
Que ironia do destino, assim como na inquisição haviam pessoas que faziam à alcunha de delator ,infelizmente um judeu meshumad, por supostas vantagem isso continuam até os dias de hoje.
Tradução nota (1:12): Este começa assim: "Hillel e Shamai recebidas a partir deles. Hillel disse ...".
Comentário [1:12]
"Amor paz ..." A Hebraica escrituras estão muito preocupados com as guerras necessário definir e defender o Estado judeu, mas a ênfase do judaísmo Hillel seguinte é tomada em paz. No Talmud, a ênfase é sobre a paz entre os indivíduos e comunal paz. Hillel viveu em uma época de guerra civil devastadora na Judeia, e é provável que ele que ele era também referindo-se a terminação e evitar guerras.

Quando Herodes, apoiada pela Roma, cercado Jerusalém, os líderes dos fariseus, provavelmente incluindo Hillel, é dito por Josephus ter exortado as pessoas a depor as armas, e em prol da paz bem-vindos Herodes-quem a desprezou Cidade. Duas gerações mais tarde, no ano 65, os seguidores de Hillel continuou a ser da paz partida, mas foram derrotados em um município, e rebelião contra Roma foi para frente. A rebelião resultou na destruição do Templo e, mais tarde, na expulsão do povo judeu, que eram sem terra para os próximos 1800 anos.
Na geração após Hillel, JC de teve Hillel da mensagem de amor e de paz mais um passo, e disse que "o mal não resisti. ... Se alguém te bate você sobre a bochecha direita, virar e oferecer-lhe a sua esquerda. .. Se um homem de autoridade pede-lhe para ir uma milha, vá com ele duas. ... Amar seus inimigos. "WH Hudson, naturalista e romancista do século 19, afirmou o contrário: temos a obrigação moral de greve de volta contra o poderoso errado que nós, porque ele é apenas o receio de que os pobres e os fracos Maio greve de volta Que impede o forte do total oprime e explora os fracos. O judeu sages aprovou nenhum destes dois extremos, mas defendeu uma posição média: que devemos prosseguir a paz, mas que a auto-defesa também é correto e adequado. Esta política implica que cada pessoa e necessidades do país para resolver o problema difícil de a melhor forma de prosseguirem simultaneamente objetivos simultaneamente.

"E trazê-los perto da Torá." A visão judaica em direção buscando converte tem variado muito ao longo historia. Ezra Quando regressei da Bablyonian exílio, ele ordenou o desmantelamento de intermarriages. O Livro de Ruth, pelo contrário, faz Ruth, uma Moabite-com quem a Torá proíbe intermarriage-um antepassado do Rei David. Os fariseus, de quem Hillel foi um líder, tinha uma opinião muito favorável e acolhedor para procurar e aceitar converte. Segundo os historiadores cerca de 10% do mundo romano era então judaica. Após a queda do Estado judeu, judaísmo continuou a aceitar a converter como um judeu completo, mas não proselitismo e advertiu potencial converte da dificuldade de ser um judeu na condição de exílio.

Discussão Guide [1:12].
Psicólogos fizeram notar que quando nos sentimos ameaçados temos tendência para o excesso de personalizar e pensar em preto-e-branco. Achamos que a outra pessoa está fora para nos, e os seus interesses estão em total contradição com a nossa própria. Esta reação regularmente sabotagem eficaz de resolução de problemas e de cooperação com outras pessoas, e heightens conflito.
Em sua vida pessoal, a última vez que foram criticadas ou teve um conflito pessoal, você fez o encaminhamento de defensíveis, ou você tentar encontrar uma solução para o problema cooperativa?
Se alguém lhe ataques verbais, que você acha que ele está cada vez legítimo e sábio para contra? Quando?

Fazer a paz entre um homem e seu colega [é um dos] as coisas que um homem goza os frutos de, neste mundo, e que se mantém como um estoque de mérito para ele para o mundo para vir. (Shabat 127a)
Você está envolvido em uma situação em que estava fazendo a paz entre os dois lados? Você utilização efetiva negociação técnicas? O que aconteceu?
Hillel é o seu país na seqüência da política de paz e amando persecução da paz?
É o atual governo de Israel na seqüência do Hillel política?
Como é que estes países equilibrar a procura da paz e da autodefesa?

Recentemente existe quente controvérsia sobre o que constitui conversão para o moderno Israel, e sobre a Reforma opinião de que um filho de um homem judeu por linha paterna atravez da conversão e um judeu.





“se pode ser feito então faremos”, para isso contamos com ajuda de todos os associados e interessados, esperando melhor oportunidade, nos fortalecendo,em comunidade ,aprendendo e vivendo judaísmo.

 
At 8/10/2008 7:22 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Os dicionários apresentam a palavra entusiasmo como palavra de origem grega composta dos termos En Teós, que na Antigüidade significava exaltação ou arrebatamento extraordinário daqueles que estavam sob inspiração divina.

O entusiasmo pode ser visto no vigor ou veemência, no falar ou no escrever, flama exaltação criadora.

Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os desafios do cotidiano.

Entusiasmo é agir com determinação para fazer dar certo o que planejamos.

Entusiasmada é a pessoa que acredita em si, acredita nos outros e acima de tudo no poder de D-us para capacitar o ser humano.

Só há uma maneira de ser entusiasmado, é agir entusiasticamente!

Se esperarmos primeiramente termos condições ideais, para depois nos entusiasmarmos, jamais nos entusiasmaremos com alguma coisa, pois sempre teremos razões para não nos entusiasmarmos.

Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso.

Todos conhecem pessoas que ficam esperando as condições melhorarem, a vida melhorar, o sucesso chegar, para depois se entusiasmarem.

A verdade é que jamais se entusiasmarão com coisa alguma.

O entusiasmo é que traz a nova visão da vida.

Gostaria de perguntar a você: Como vai seu entusiasmo pelo seu trabalho, Pela sua família, pelos seus filhos, por seu país e por sua missão nesta terra?

Se você é daqueles que acham impossível se entusiasmar com as condições atuais, acredite: jamais sairá dessa situação.

Hoje é necessário acreditar em você, acreditar no auxílio divino para ajudá-lo a vencer, a construir o sucesso e transformar a realidade. Deixe de lado todo o negativismo, deixe de lado o ceticismo. Abandone a descrença e seja entusiasmado com sua vida.

Você verá a diferença!

Porque se entusiasmar-se? Não são meros homens que escreveram estas palavras. Veja comigo como e onde este escrito:

Cremos que como está escrito que o próprio Eterno Bendito Seja falará
Através dos profetas que sairíamos e voltaríamos?
Yirmeyáhu (Jeremias) 16:13-16. Tehilim (Salmos) 87:5-7.
Se o Eterno foi capaz de restaurar 400 anos de Exílio (Galút) no Egito, 70 na Babilônia independentemente da assimilação, será capaz de restaurar 500 anos de Galút do nosso povo no Brasil?.
Afirmo sinceramente que o “B’nê Anussim” têm o direito, porém se ouvir o shofar do Eterno e fazer Teshuvá.
Eterno fala da restauração da “Descendência da Casa de Israel” (Yirmeyáhu – Jeremias 23:8), “Descendência de Jacob” (Yeshayáhu ).
Isaías 45:19) como, por exemplo, em Isaías 43:5:
“Não temas, pois Eu estou contigo, trarei a tua descendência desde o Oriente, ajuntá-la-ei desde o Ocidente”;
pergunto: estariam fora os “Bnê Anussim”?
Afinal, todo descendente anussim e ascendente do Povo de Israel independentemente do grau de assimilação e miscigenação – se maior ou menor, pois este descendente está efetivamente incluso nesta restauração.
O Talmud diz que as 10 tribos do Norte de Israel, exilados pelos assírios antes da destruição do 1º Templo (Melachím Bêit – II Reis 17), e dispersas além do Rio Sambation e das Montanhas da Escuridão, TAMBÉM RETORNARÃO (FARÃO TESHUVÁ) – Talmud – San’hedrín 110b; cf. Midrásh – Bamidbár Rabá 16:2
E o Reino do Sul (Judá) também foi disperso, mas está sob promessa de restauração (Yechezkêl – Ezequiel 36:16-38), como também é enfatizada de forma muito óbvia a restauração de todas as tribos em um só povo (Hoshêa – Oséias 1:11; Yeshayáhu – Isaías 11:11-16; Yirmeyáhu – Jeremias 23:8; 50:4,5; Yechezkêl – Ezequiel 37:15-28,).
Enfim, os anussim estão neste contexto, já que D-us sabia que o nosso povo se dispersaria entre os gentios e que haveria assimilação e miscigenação.
Contudo, isto não impede a restauração das raízes judaicas dos descendentes de Anussim.
“Desejamos voltar à nossa fé e nos reunir com nosso povo”,
Aos correligionários da comunidade judaica de origem B’nê Anussim, do Brasil e com grande prazer e satisfação que eu, Marcos Moreira (Mordechai Moré) na condição de presidente da Federação Israelita Sefarad B’nê Anussim, venho parabenizar pelos trabalhos efetivos de nossos associados e comunidades.
Acredito que a motivação é o entusiasmo e a chama que nos mantém firmes, fortes e criativos, para o nosso desafio diário chamado viver feliz! Há vários tipos de motivação: aquela que é estimulada positivamente pelas pessoas que gostam de nós; a que é estimulada por pressões externas, geralmente de pessoas que trabalham conosco ou esperam algo de nossas performances;
E a que a meu ver é a mais importante de todas: a que está em você, a
auto-motivação.
Tenho certeza de que você conhece pelo menos uma pessoa que tem
muita consciência da importância de sua força interna, da importância de acreditar em si mesmo, na sua capacidade, e tirar daí a motivação para seguir adiante, apostando em seus sonhos e os concretizando.
É aquele tipo de pessoa que você vê que se propõe a fazer ou obter algo, e mesmo que leve certo tempo para realizar, consegue atingir seus objetivos com muita garra, muito trabalho, mas também com muito prazer.
Esse processo interno de motivação é a conseqüência do que se faz das suas ações voltadas ao auto-aprendizado, auto-estima e auto-confiança.



Aqueles que lutam para que o correto se dê, são heróis e estão honrando a memória e o sofrimento de seus antepassados.
O mundo judaico hoje está dividido entre askenazitas orientais, sendo que estes últimos chamam a si mesmos de sefaradim, sem nunca terem tido origem na Península Ibérica. Desta maneira, nem um nem outro, por suas razões e agendas, querem os anussim de volta, porém se vier a voltar, se for convertido e humilhado.

Saibam que os que aceitam a conversão serão tratados como tal e não como descendentes de judeus. No caso das mulheres, não poderam casar-se com um israelita que for sacerdote (Cohen). Além disso, vão ser sempre estigmatizados como convertidos, cuja tradição judaica sempre faz reservas.

O futuro de cada um de vocês está em suas mãos. Não depende de rabinos nem de agendas políticas. Cabe a cada um responder a estes senhores e a estas organizações de maneira dura, mas educada, pois eles com doces palavras chamaram a todos os anussim e seus antepassados de mentirosos.

Vocês têm que entender que TESHUBÁ significa arrependimento e retorno à prática de nossas obrigações como judeus. Nada mais, nada menos. Se eles querem fazer “conversão travestida de retorno”, que comecem com muitos de seus familiares rebeldes contra a Torá.

As comunidades "normais", como querem alguns, existem por respeitarem seus sábios e por se organizarem dentro de um projeto que engloba a todos. O melhor exemplo que tenho, sempre foi, é, e será Amsterdã.

trabalhem juntos e deixem de lashon hara, parem de se lamentar, esmolar ou criar dificuldades que não existem ou que podem facilmente ser superadas.

Ofereçam pousada para os que moram longe para os dias festivos e Shabat, tenham um fundo comunitário, por mais que seja pequena, uma lista das pessoas que retornaram, seja para qualquer caso, mesmo de conversão.

Afastem-se dos chamados baderneiros que procuram tumultuar, e são uma doença ate mesmo em Israel. Tampouco se envolvam com os falsos e suas fantasias e ilusões. Não que estes não sejam judeus, pois não há distinção entre judeus, seja quem sejam. Porém a Torá é clara quanto aos que desviam o todo da Torá, ainda que pareça que estejam ensinando Torá.

Muito menos procurem envolver-se com as entidades judaicas sem ser de nossa origem, pois já se sabe que em nada querem ajudar. Isso não significa que devemos nos isolar. O respeito é o que damos a nós mesmos.

Totalmente o contrário se deve fazer, porém dentro da realidade educacional e espiritual dos sefaradim. Um dia, se vocês respeitarem a vocês mesmos e uns aos outros, toda esta gente virá até vocês, pois vejo nos sefarditas o futuro do povo judeu, que hoje anda em profunda agonia.
Gosto de citar uma história que deixa claro o quanto é importante ter um objetivo de vida. Um escritor judeu conta que conseguiu sobreviver aos Campos de concentração nazistas, mesmo possuindo uma saúde debilitada e uma estrutura física frágil, porque a sua vontade de viver e de concretizar seus sonhos era maior do que as suas limitações. Ou seja, seu sentido de vida, sua vontade de viver e conseguir concretizar tudo o que sonhava, fez com que se tornasse um homem resistente ao terror que enfrentou, e ainda o ajudou a superar barreiras.
Há outros pontos também muito importantes para a sua automotivação
como:
• Ter prazer naquilo que você faz, para dar sempre o melhor de si e fazer diferente. Sim, ter um objetivo de vida e buscá-lo com prazer proporcionando grande motivação e auto-confiança.
• Reconhecer e ser reconhecido por seu valor e importância. Você tem
que dar o melhor de si todos os dias, porque além de passar a se valorizar mais, os outros também vão conseguir identificar o quanto você é importante, o quanto você é imprescindível, pois pertencer a um grupo é necessário fazer parte dele, e isso o fará buscar sempre mais, e ir muito além.
• Superar-se, buscando desafios. Isto já faz parte do quanto você é
empreendedor na sua vida. Quando você busca desafios, você consegue se superar, acredita no seu potencial, alcança metas e concretizam seus sonhos. O desafio torna-o mais criativo e produtivo.
• Ter bom humor sempre. Se há uma maneira melhor de enfrentarmos
crises e problemas temos a obrigação de usá-la, e o humor é uma das
coisas mais importantes para manter nossa energia e motivação em alta! Assim como a superação, o humor também nos torna mais criativos e produtivos.
• Elogiar-se e receber elogios. Eu acredito que nós não fomos educados para elogiar os outros e tampouco elogiarmos a nós mesmos. É um erro, porque uma das melhores formas de se motivar e ser motivado é dar e receber elogios. Se o famoso pintor Pablo Picasso fazia suas mulheres (ele foi casado várias vezes) dizer a ele todos os dias a ele que ele era um gênio, por que é que você não pode fazer elogios e aplaudir a si mesmo?
A partir do momento que você consegue perceber seu valor, você passa a ter muito mais prazer e orgulho no que faz, e conseqüentemente você se torna uma pessoa com muito mais confiança, auto-estima, sempre motivada e disposta a ir atrás dos seus sonhos. Então, faça com que as outras pessoas percebam o seu esforço, a sua dedicação, e mais do que isso, valorize-se e alimente a sua motivação!

 
At 9/16/2008 12:32 da manhã, Anonymous Anónimo said...

SHALOM,EU ALESSANDRA,ESTUDEI MUITO TEMPO A TORAH,CONHEÇO MUITOS LOUVORES EM HEBRAICO,QUE É PARA LOUVAR A EL SHADAI,E HOJE NÃO TENHO UMA RELIGIÃO,POIS AQUI ONDE MORO,NA CIDADE DE DUARTINA,NÃO TEM NINGUÉM QUE TENHA ESSA FÉ NO ÚNICO DEUS.MINHA MAE JA´FAZ 7 MESES QUE FOI PARA SP,PARA QUE ELA PUDESSE ENTRAR NUMA SINAGOGA,FICO FELIZ POR ELA,SEI QUE É DIFICIL FICAR LONGE DELA,NÃO SEI QNDO VAMOS NOS ENCONTRAR.MAS O ETERNO ABRIU ESTE CAMINHO,DESEJO TODA FELICIDADE DO MUNDO A ELA.TERMINO ESTA,DESEJANDO A TODOS UM SHANÁ TOVÁ.DUARTINA 15/09/08.

 
At 9/16/2008 12:34 da manhã, Anonymous Anónimo said...

ESQUECI DE FALAR,ADORO CANTAR E TOCAR LOUVORES EM HEBRAICO.

 

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